segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fragmentos!




             A variabilidade da depressão presente na vida do gado humano distorcido diante da poesia do caos infunde medo, dor e pânico aos crentes de fé. Aqueles que já abandonaram a refeição de Deus, aos domingos, acham que tudo se deve ao simples e ocasional. Estamos circundados pela violência do mundo exterior, mas a complexidade do plano interno da “anima” permite o desespero daqueles que não têm esperança. Já dizia o poeta do bar da esquina de minha casa: a ignorância é a virtude da felicidade! Quantos não gostariam de sentar no sofá e não perceber que diante deles existe uma ferramenta do capeta, a televisão? Gabriel, o pensador, reclama que o povo não percebe que é programado, mas garanto: esse povo é mais feliz do que aqueles que percebem a programação! Enquanto tivermos pão e circo, ainda poderemos ter a nossa pseudo-felicidade, mas se o pão acabar ou a recusa do alimento for feita, entenderemos a nossa posição no mundo. Olharei do alto da montanha de pedra onde resido e verei meus iguais caminhando numa marcha de bois na direção do horizonte, estão perdidos!
             Valéry disse que podemos comparar a prosa ao ato de caminhar e a poesia ao ato de dançar, mas e se meus ouvidos estiverem já tampados? Como me permitir o feito sensual da dança se nem posso andar? Viram como a percepção das coisas é uma maldição?
             Quem olhar este pedaço de papel cheio de lágrimas secas pode até pensar que se trata dos rabiscos de um louco. Mas o que é loucura? Quem define isso? Acho que loucura é trabalhar quarenta e quatro horas por semana durante trinta e cinco anos e quando conseguir a aposentadoria ter de depender da fila do hospital público implorando a Deus para que tudo ocorra bem, mas Deus está sempre ocupado.
             O dito louco tem prazer em sua loucura mesmo que ela seja agressiva para com seu próximo. Então, o que tem de errado na loucura? Basta não fazer mal ao nosso querido irmão e semelhante para não sermos loucos? Esperemos um momento... Nossos comandantes estão loucos! Precisamos chamar Simão Bacamarte! O número vinte e três não esteve presente até o momento, mas a obsessão atingiu este que aqui vos fala. Tentarei retomar a felicidade depois deste meu momento de catarse tão comum nas aulas de didática. Ops! Esqueci-me de comentar que era uma catarse coletiva e, por falar em coletivo, já notaram que o discurso da sociedade presente é um monólogo coletivo? Todos falam e ninguém escuta!
             Destarte, tenho que rememorar o pensamento de um jovem dentro de um ônibus na linha amarela: “o meu sonho é que tenha um tiroteio agora e que uma bala perdida atinja a minha cabeça para eu deixar de viver esta minha vida miserável”...



Autor: Sidney Martins.:


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

PAGAMENTO DIGITAL

Prezado aluno da família Classe A, 

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Nosso objetivo é fomentar o comércio eletrônico, eliminando as barreiras que dificultam a concretização de negociações. O principal desafio é aumentar a confiança e segurança nas transações, eliminando o medo e a insegurança dos compradores. Também disponibilizamos ferramentas e serviços para vendedores ampliarem a relevância de suas ofertas, organizarem seus recebimentos, e oferecerem uma experiência cada vez melhor a seus clientes. 


Buscamos incessantemente a excelência na prestação de serviços aos nossos clientes, satisfazendo as necessidades de compradores, vendedores e parceiros. Acreditamos que esse trabalho só é viável com muita ética, credibilidade, confiança e segurança.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ministério da Defesa sem defesa





Amigos,

Celso Amorim no Ministério da Defesa?!?!?!?!? Mais do que um duro golpe moral nas FA's, essa nomeação vai muito além, trata-se de um marco. As FA’s são a última pedra no sapato do PT, o último foco organizado e coeso de resistência ideológica. Dobrar os militares é e sempre foi questão de honra. Missão difícil, que, porém, vem sendo engendrada há anos, com medidas que vão desde a criação do Ministério da Defesa – encabeçado por um civil – até o vergonhoso arrocho salarial. Militar, hoje, tem de se limitar ao quartel, até mesmo as manifestações mais lúcidas e patrióticas, vindas de comandantes que têm total domínio sobre o que estão falando, são tidas como quebra de hierarquia e intromissão indevida (vide o caso do Gen. Heleno, quando, com total acerto, criticou a esdrúxula política indigenista do Governo Lula).

Nesse inglório objetivo de vencer os militares, a arquitetada nomeação do novo Ministro da Defesa mostra-se o golpe mais ousado, profissional, com a cara e a marca do PT. O Min. Nelson Jobim, pelo tempo que ficou à frente da pasta, pelos laços de confiança que foram inevitavelmente criados, jamais seria a pessoa indicada para por em prática o lado negro da tal END – Estratégia Nacional de Defesa.

A END, dentre a pletora de assuntos que trata – muitos deles irão, realmente, se postos em prática,  contribuir para a melhoria e aperfeiçoamento das FA’s -, preocupa, em especial, por dois motivos. Primeiro, porque tira, ainda mais, os militares dos centros de decisões sobre assuntos estratégicos e de defesa – tudo fica ainda mais concentrado nas mãos de civis. A segunda diretriz, porém, é ainda mais esdrúxula, a que mais preocupa, o verdadeiro toque de midas do PT.

Com rodeios, palavras de mais de um sentido, frases enigmáticas e de difícil compreensão imediata como esta que consta lá sobre a reformulação política da composição humana das Forças”, o partidão tentará se imiscuir na formação dos militares, nas academias. Sabem eles que é lá, nas salas de aula, que são forjados os militares, à base de disciplina e estudo.

Foram espertos ao perceber que o militar já formado, mesmo limitado à caserna e sem dinheiro, não se queda tão facilmente, foram feitos pra resistir e assim seguem, incomodando e, de certa forma, obstruindo a consecução dos objetivos mais vis da esquerda. Sabem eles que diferente seria lidar com militares já, desde o princípio, doutrinados pela militância barata que hoje domina as faculdades e redes de ensino público Brasil afora.

Se outrora esses dois ideais mostravam-se absurdos e de distante realização, hoje, não se pode mais pensar assim, por um único motivo: CELSO AMORIM. Este senhor, juntamente com a nossa Presidente, com Paulo Vanucchi, Gilberto Carvalho, Franklin Martins, Lula, Tarso Genro, dentre outros, são incansáveis, não desistem. Seguem à risca os ensinamentos de Marx e Gramsci – principalmente, este último, no que toca à revolução cultural através da educação. Enfim, pode parecer coisa de uma mente fértil e cheia de imaginação. Pode até parecer coisa de diletante, que deixa a paixão se sobrepor à razão, mas a entrada de Celso Amorim no Ministério da Defesa segue um propósito finamente orquestrado, onde sequer um ponto foi dado sem nó, principalmente, as tais declarações do Nelson Jobim à Revista Piauí.

Abraços!

Daniel de Souza
Procurador Federal

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A Lógica na Língua Portuguesa

Prof. Fabrício Dutra

Costuma-se dizer que quase todos os acontecimentos da vida respeitam uma certa lógica. Na Língua Portuguesa, os professores nos deparamos com alguns comentários (pessimistas) por parte dos alunos a respeito de um eficaz entendimento do funcionamento das estruturas gramaticais. Pelo menos nos primeiros dias de aula de um Curso de Português, fala-se que nada naquilo faz sentido, que Português é quase impossível, que é preciso estudar loucamente, além de memorizar tudo. Ou seja, o tipo de comentário que sugere uma resposta própria de um líder religioso diante de uma pessoa aflita por certos eventos ruins da vida: “Calma! Estamos só começando. Mostrarei a vocês a verdade, o caminho e a luz!”.
Um líder religioso precisaria recorrer ao sobrenatural e ao fantástico, por vezes, para convencer um ser lamentoso a ser acalmar. Já no nosso amado Português, sempre há uma lógica que explique qualquer análise ou classificação do nível do morfema ao nível textual. Nada acontece por acaso na Língua Portuguesa, tudo respeita tal lógica, tal nexo, seja no campo da Linguística (psicolinguística e sociolinguística), seja no maravilhoso universo da gramática. Discorrerei acerca desse último campo, o que deixa alguns candidatos assaz angustiados.
O aluno precisa conhecer as diversas unidades que compõem um discurso. Da mínima à máxima. É necessário que ele entenda que tudo começa com um simples morfema (dotado de significado) e que, a partir desse morfema, formam-se palavras. Tais palavras, que compõem os termos e as cláusulas da oração, depois de formadas, articulam-se diretamente em nossa Língua (cada uma pertencendo a uma classe gramatical). Por exemplo, um adjetivo (que é um termo da oração, composto por morfemas e que exerce uma função sintática) só existe com a ilustre missão de se referir a um substantivo. Ou seja, é subordinado por natureza, visto que sua essência está vinculada a outro termo. Então, no exemplo “O professor motivado faz a turma ir longe”. Motivado é um adjetivo, um termo composto por morfemas (motiv + ado), subordinado ao substantivo professor (pois se refere a ele), com função sintática de adjunto adnominal e que, semanticamente, restringe tal núcleo substantivo. Afinal, não é qualquer professor que faz a turma ir longe, é somente motivado.
Do termo motivado surgem as seguintes conclusões: ele é um Termo, é Subordinado, é Adjetivo Restritivo e Adjunto Adnominal. Para tal análise, levam-se em conta diversas modalidades do Português, como a Morfologia, a Sintaxe e a Semântica.
A grande problemática reside no fato de o professor estar acostumado a encarar uma turma cuja base ele não conhece, não entende suas dificuldades, suas aspirações e já se vê obrigado a fazer com que o aluno saiba classificar uma “Oração Subordinada Adjetiva Restritiva Reduzida de Gerúndio”. Para tal análise, também se levam em considerações as supracitadas modalidades da Gramática. É preciso compreender sintaxe e semântica para entender o que é uma subordinação, além de ser essencial perceber que morfologicamente tal oração se comporta como um adjetivo (que se referente a um núcleo substantivo). que, por sua vez, sintaticamente, exerce papel de adjunto adnominal do núcleo e que, morfologicamente, tal oração não possui conectivo, sendo assim, ela é introduzida por uma forma nominal do verbo (O gerúndio).
Caso o aluno seja capaz de fazer essa análise completa, deste simples termo da oração, respeitando TODAS as lógicas do Português: “O professor motivado faz a turma ir longe”, ele não possuirá dificuldade em perceber do que se trata o termo em negrito na seguinte construção: “O professor motivando todos os alunos faz a turma ir longe”.
Toda ciência possui sua lógica e o seu entendimento faz com que muitos esforços inúteis sejam eliminados de nossas vidas, por exemplo, a História. Quando se entende a lógica e o encadeamento dos acontecimentos históricos, ninguém mais se preocupa em decorar datas, elas fluem naturalmente. Assim como a Física e a difícil missão de decorar fórmulas, quando se entendem as ferramentas da Física, gravar fórmulas se faz desnecessário. Com a Língua Portuguesa, não é diferente.

Ousem pensar,
Prof. Fabrício Dutra

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Classe A Português



O Curso Classe A Português surgiu a partir do cruzamento de três histórias de três pessoas que possuíam um sonho em comum: criar um projeto de ensino de excelência que preparasse alunos do Rio de Janeiro para os mais variados concursos.

Diego Teixeira, Fabrício Dutra e Sidney Martins cursaram juntos a graduação e a Licenciatura em Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro e a pós-graduação no Instituto Liceu Literário Português. Compartilharam do mesmo universo acadêmico, além de possuírem grandes laços de amizade na vida pessoal. A partir do momento em que inciaram a carreira docente, adquiriram destaque pela união de métodos inovadores e despojados com elevado arcabouço teórico no ensino da Língua Portuguesa.

Lecionaram em grandes cursos preparatórios para concursos públicos do Rio de Janeiro, pré-vestibulares e pré-militares, exercendo, inclusive, cargos de coordenação, além de fazerem parte de equipe de tradicionais escolas de Ensino Médio. Até que resolveram agregar suas experiências e desejos profissionais, para que candidatos a concursos públicos pudessem contar com seus trabalhos a fim de alcançar êxito em diversos cargos.

Hoje, o Curso Classe A Português, imensamente elogiado pelos alunos, conta não só com a melhor equipe de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro, mas também com professores de grande nível em diversos ramos do Direito e Matemática. E tal equipe adota uma filosofia de proximidade com o aluno, para que o contato com o professor não seja distante e impessoal, cremos, deste modo, que a acessibilidade ao professor torna o ensino-aprendizagem bem mais completo.

Por isso, não seguimos a política de salas cheias e possuímos projetos como o Plantão A, para que professores da casa se encontrem à disposição dos alunos com objetivo de sanar todas as dúvidas e resolver questões de provas. Contando com material didático de qualidade, além de objetivar ser o passaporte para que os candidatos realizem seus sonhos de conquistar um cargo público, O Curso Classe A tem o compromisso de fazer com que o aprendizado seja prazeroso, satisfatório e diferenciado.